Atento
"De tudo ao meu amor serei atento..." (Vinícius de Moraes, em Soneto de Fidelidade)
Fagulhas de pensamento
Despertam o teu ser,
Será que estou atento,
Será que é você?
Círculos e voltas,
Risos gentis de palpitação,
Olhadas e piscadas,
Maracatu no coração.
De fino arrepio,
Teu toque carinhoso,
Um medo tão frio,
Perdido beijo gostoso.
Em vão calado,
Vai acontecer, espero,
Sou tão apaixonado
Que digo tudo que quero.
Fagulhas de pensamento
Despertam o teu ser,
Será que estou atento,
Será que é você?
Amor, nunca se despeça,
Adeus, a mim, o homem,
Então me confessa,
Quando vir, venha, come.
Sempre me cheire,
Guarde, reze, no cangote,
E quando velha não beire,
O triste fim desse mote.
Victor Mauricio Borba
Fagulhas de pensamento
Despertam o teu ser,
Será que estou atento,
Será que é você?
Círculos e voltas,
Risos gentis de palpitação,
Olhadas e piscadas,
Maracatu no coração.
De fino arrepio,
Teu toque carinhoso,
Um medo tão frio,
Perdido beijo gostoso.
Em vão calado,
Vai acontecer, espero,
Sou tão apaixonado
Que digo tudo que quero.
Fagulhas de pensamento
Despertam o teu ser,
Será que estou atento,
Será que é você?
Amor, nunca se despeça,
Adeus, a mim, o homem,
Então me confessa,
Quando vir, venha, come.
Sempre me cheire,
Guarde, reze, no cangote,
E quando velha não beire,
O triste fim desse mote.
Victor Mauricio Borba
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